p a n d e m i a



Faz muito tempo que venho pensando em como explicar.
Quais argumentos utilizar, que formassem uma ideia de fato coerente e forte o suficiente que me fizesse querer compartilhar, com confiança e humildade.
O que digo é do mais fundo do meu ser, buscando afastar o juizo de valor e o certo e errado. 
Mas o faço de forma a tentar explicar da forma mais cristalina o que se fez claro para mim, neste momento.
A história está contada.
Há dois grupos no mundo. 
Aqueles que se vacinaram e aqueles que não se vacinaram.
Montamos dois times, um deles em extrema desvantagem, em todos os níveis e aspectos, uma desvantagem exponencial. Considerando o poder político, financeiro e econômico que sustenta o outro.
É inegável a necessidade de pensarmos em bem estar. Qualidade de vida. Saúde.  
O bem estar social é o ponto central de qualquer política comprometida com o desenvolvimento humano e qualidade de vida. 
Saúde pública é totalmente essencial e uma prioridade na esfera dos direitos. 
Oferecer mecanismos de combate às doenças que nos alcançam desde os princípios dos tempos, é, com toda a certeza, um dever urgente do estado.
Defender a vida dos seres humanos e a continuidade da nossa existência na Terra é competência dos governos, extinguindo todas as ameaças às vidas humanas. Protegendo-nos dos perigos que emergem dos sumbundos dos vírus e das bactérias e que, de tempos em tempos, assolam a humanidade em gravíssimas pandemias.

É de muito tempo que se vacina a humanidade com imunizantes às doenças avassaladoras.
Muitas epidemias e pandemias já nos desolaram com um sem fim de casos e desencarnes.

Será que conseguiremos sempre mais uma droga pra nos proteger, pandemia após pandemia, até que todos os vírus e bactérias e agentes infecciosos se esgotem para todo o sempre? 
Ou será que cada vez mais teremos episódios de pandemias causados pelas inúmeras possibilidades de início de uma, porque lidamos com a ciência de forma muito mais profunda, com manipulação de agentes em níveis que não eram alcançados em outros tempos.
 Some-se que exploramos e destruímos a Terra também de forma muito mais profunda. A corrida pelas moedas perdeu os limites. Quase não há regras. A Terra está exaurida. Sofrida. Esgotada.
Os animais não tem mais ar. Não tem mais água. No lugar da água, lixo. No lugar do ar, fumaça. 
Fábricas e mais fábricas para matar bichos. Quanto sangue derramado. Muito. Absurdamente muito sangue derramado.
Sangue das árvores, sangue da terra, das vacas.
Alguns dos piores vírus que nos mataram aos montes vieram dos animais. Gripe suina, aviária. 
Dos animais ou liberados dos laboratórios, virão outros, piores. Cada vez mais.
Até que paremos.
Não há forma disso frear se nós não pararmos.
O aviso atual foi claro. Parem.
Se recolham. Respirem. Fiquem sós. 
Em casa. Quietos. 
E me deixem me recuperar.
Eu preciso me curar um pouco. Preciso descansar.
Vocês estão acabando comigo.

E o que fizemos?
Brigamos.
Na corrida dos poderosos por mais poder, cedemos à chantagem emocional que nos propuseram. Todo o mundo precisa se vacinar 33 vezes contra o novo vírus da nova epidemia, mais 47 vezes contra o virus da outra doença do surto do ano passado mas com um nome novo, mais 15 vezes contra a doença da epidemia do mês que vem.
As doenças nunca vão acabar. Elas enriquecem gente demais.
Dão poder pra gente demais.
Mas tira o poder de quem enriquece e empodera os outros.
Somos quem neste jogo?
Corpos em marionetes oferecendo as veias para o lucro do outro.
Aterrorizados pelo medo da morte.
O cheiro da morte escorre pelas televisões e pelos celulares.
Terror assola a cidade, as mentes, as conversas todas.
É preciso que se vacine t o d a a humanidade.
Não aguentaremos pensar em perder nossos familiares. Não admitimos que qualquer pessoa chegue perto se não estiver vacinado.
O estado obriga. Não podemos deixar que seres humanos morram em mais uma pandemia. Na próxima pensamos em outra forma.
Mas agora, o que temos é isso. 56 doses de vacina.
Fiquem vivos porque precisamos continuar vendendo porcos, mesmo que seja com vírus. 
Precisamos continuar vestindo as tartarugas com roupas sem marca.
Precisamos vender açúcar.  Muito açúcar. Cada vez mais açúcar. Com uns nomes mais bonitos que ninguém entende. Mas ainda é açúcar. 
Precisamos vender trigo. Muito trigo. Que inflama totalmente vocês. 
Além de todo o tipo de gordura capaz de adoecer cada um dos seus corpos.

Sugamos petróleo de baixo do mar pra depois despejar em cima do mar.
E cortamos todas as árvores do planeta pra plantar vaca e comida pra vaca.

Nós, definitivamente, precisamos de todo mundo meio morto vivo.
Mas vivo o suficiente pra continuarem brigando.
Perdendo um grandíssimo tempo repetindo nossos discursos e lutando a nossa linha de frente enquanto ficamos nos bastidores ganhando o nosso dinheiro.

As doenças não irão acabar.
Será que o senso de coletivo é realmente se vacinar 23 vezes contra uma ameaça biológica que surge sempre? De formas diferentes, mas sempre.

Será que estamos realmente fortalecendo nosso sistema imunológico  ao injetar diversas drogas estranhas no nosso corpo que nos colocam em contato com o próprio agente infeccioso 'de forma diferente'?

Estamos pensando no coletivo do futuro aos nos tornarmos cada vez mais dependentes de drogas de laboratórios para nos sentirmos fortes e capazes de sobreviver na Terra com a natureza que já temos e somos?

Lutamos pelo coletivo ou lutamos por nossa própria vida?

Queremos uma salvação que nos tire do fogo cruzado das infecções graves.
Queremos algo que nos distancie ainda mais da nossa fraqueza humana.

Não aceitamos que nenhum ser morra. Não aceitamos que muitos seres quebrem o sistema de saúde.
Não aceitamos que há pessoas que contestem.
Não aceitamos que o seu filho brinque com o meu.
Não aceitamos que você não aceite nossa decisão de nao aceitar você nesta escola.
Não aceitamos que você nao aceite se vacinar.
Nao aceitamos que o direito pelo próprio corpo prevaleca ao nosso direito de não aceitar que você tem um corpo livre.

A saída é vacinação obrigatória? 
Vacinação experimental obrigatória?

Ou a saída poderia ser fortalecer nossos corpos a tal ponto que teriamos condições imunológicas para lidar com os agentes que dividem o planeta conosco?

Nos fizeram acreditar que não somos capazes. Que estamos separados da Natureza. Dos animais. Dos vírus. 
Nos fizeram acreditar que não temos um corpo capaz de interagir de forma ecológica com todo e qualquer agente natural.

A manipulação dos biomas é tanta. A exploração é tanta. As mutações que surgem são tantas. 

Cria-se o problema e vende-se a solução. 
Mais uma solução bilionária. 

E assim vamos. Comendo mal. Dormindo mal. Pensando mal.
Ficamos, de fato, fracos.
Sentimos-nos vulneráveis. 
Este mundo cruel e devastador.
Onde já se viu matar tanta gente?
Agora temos que explorar mais um pouco os porcos pra conseguir as substâncias necessárias pras drogas.
Ninguem mandou mexerem com a gente. Agora precisamos disso aqui.

Vamos nadar em moedas. Tem 8 bilhões de pessoas pra injetar isso aqui.
E mais de uma vez. É muito, mas muito, mas muito lucrativo.
Pode ser que seja da coisa mais lucrativa do mundo. 

É a saúde pública o interesse, mesmo?
Esse mesmo estado que permite/faz com que sejamos envenenados o tempo t o d o?
Na água, na comida, no ar. 
O mesmo estado que explora a natureza, que p a s m e m, é ela que nos mantém vivos de verdade. 
O mesmo estado que sabemos ser banhado de corrupções e imoralidades.
É nisto que confiamos o poder sobre nossos corpos? Nossos pensamentos? Nossas ações?

Em que governo/entidades/empresas estamos depositando nossas esperanças de cura?

Estamos preocupados com alguma cura? Seja nossa ou do coletivo, da Terra?

Estamos lutando por união e amor ou cedendo à separação que nos enfraquece enquanto coletivo, em nome de ideais politicos e econômicos mascarados de preocupação social?

Isso só terá fim quando acordarmos.
Quando o olhar se voltar para a saúde verdadeira, seja física ou sutil, do indivíduo ou da Terra.
Para que possamos nos integrar. Relaxar  no nosso ambiente sentindo-se parte dele. E não um intruso a ser infectado e extinto.
O que nao passa de um reflexo daquilo que noós mesmos estamos a fazer.
E seguimos fazendo, nos desconectado, enfraquecendo nossas caracteristicas biológicas e nos colocando sempre a disposição dos faturamentos exponenciais de quem fabrica nossa imunidade sintética enquanto, do outro lado, nos adoece.

É um ciclo sem fim que só vai parar quando dermos um basta.
Quando nos apropriarmos da força que é estar vivo de forma natural. 
Quando pararmos de nos contaminar com o que tem nos mercados.
Quando acreditarmos que pensar no futuro da humanidade significa parar.
Parar de se drogar. Parar de explorar.  Parar de matar. Parar de destruir. 

Agradecer. 
As matas que dao o ar para respirarmos bem. Água para nos purificarmos. Alimentos saudaveis para fortalecermos. Descanso para recuperarmos. Gengibre para escaldarmos.

É preciso coragem para acreditar que somos fortes. Que conseguimos. Que podemos. 

É preciso coragem para mudar.
Acreditar que podemos bastar com o próprio corpo.
Permitir que as gerações futuras se fortaleçam em um mundo vivendo em ecologia. Em harmonia.
Fazer que se pare o que estão fazendo.
É urgente.
Ou a humanidade será uma coleção de retalhos sintéticos vivendo um uma bolha de ar condicionado pelo medo.
Enquanto poderia ser mais um ser vivo a habitar o planeta em total convívio pacífico. Que sonho!



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